É preciso educar os cristãos à adoração eucarística, diz Papa
Rádio Vaticano
O Santo Padre ressaltou que "as comunidades cristãs precisam fundamentar sempre mais a sua fé na Eucaristia e a prática da adoração eucarística é a estrada litúrgica por excelência para atingir tal objetivo".
O Papa sublinhou que a Eucaristia existe desde as origens da Igreja e graças a ela "a Igreja vive e cresce continuamente". A Eucaristia é uma infinita fonte de graça e uma "incomparável ocasião tanto para a santificação da humanidade em Cristo quanto para a glória de Deus", disse o Santo Padre.
Para explicar a importância deste mistério da fé, Bento XVI recorreu a uma seqüência de citações extraídas do Magistério do Concílio Vaticano II e de seus predecessores. "Nós devemos reconhecer que a Eucaristia é um precioso tesouro, tanto na celebração da Missa quanto no culto das sagradas espécies", disse o Papa. Culto que desde sempre a Igreja realizou por meio da adoração eucarística.
"Na Eucaristia a adoração deve se tornar união: união com o Senhor vivo e com o seu Corpo Místico. Como eu disse aos jovens na Esplanada de Marienfeld, em Colônia, durante a Santa Missa por ocasião do XX Dia Mundial da Juventude, em 21 de agosto de 2005: "Deus não está somente diante de nós como o Totalmente Outro. Ele está dentro de nós, e nós estamos Nele", frisou o Santo Padre.
Presença de Jesus na Eucaristia
O Santo Padre apreciou a reflexão realizada durante a plenária em relação aos meios litúrgicos e pastorais que a Igreja de nosso tempo deve utilizar para promover a fé na presença real do Senhor na Eucaristia.
"Na Eucaristia se vive a transformação fundamental da violência em amor, da morte em vida; ela arrasta consigo as outras transformações. O pão e vinho se tornam o Corpo e o Sangue de Cristo que são dados a nós a fim de que sejamos transformados", ressaltou o Papa.
A prática da adoração eucarística necessita renovar-se e "isto pode acontecer somente por meio de um maior conhecimento do mistério e da fidelidade à tradição, a fim de incrementar a vida litúrgica de nossas comunidades", disse o Santo Padre. É importante também dar particular atenção à formação dos seminaristas e aproveitar o Tempo da Quaresma, período privilegiado de estágio espiritual:
"Recordando três práticas penitenciais muito queridas da tradição bíblica e cristã, a oração, a caridade e o jejum, nos encorajamos reciprocamente a redescobrir e a viver com renovado fervor o jejum não somente como prática ascética, mas também como preparação à eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo o pecado. Este período intenso de vida litúrgica nos ajuda a afastar tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar aquilo que nutre a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo", concluiu o Pontífice.


Hoje posso dizer a ela "Ave cheia de graça, bem aventurada, bendita!" 
A única dos doze que começaram comigo que ficou até hoje foi a Luzia. É uma história de dois que tiveram a graça de, assim como Maria, assumir o seu nada. Lembro que a Luzia quando se confessou comigo só chorava mais que confessava. Naquele momento, ela assumiu sua pequenez. Faz 30 anos que o Papa Paulo VI assinou o documento que gerou a Canção Nova. E digo aos meus filhos de comunidade "o segredo, meu filho, é assumir sua pequenez. Se nós tivéssemos amado ainda mais nosso nada Deus teria feito ainda muito mais, mas mesmo assim Deus fez em nós maravilhas. É por isso que a Canção Nova existe". 










