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Mentiram sobre mim! Como me defender?

Mentiram sobre mim! Como me defender?


Muita atenção! Você já deve ter percebido que o sangue ferveu, deu vontade de partir pra luta e fazer justiça. Tudo isso é duro demais, eu sei! Entretanto, é preciso buscar condições para agir como cristão. Em primeiro lugar, nada faça na irritação, pois os resultados serão piores ainda, você já sabe! Segundo, fale com as pessoas certas e nunca caia na tentação de contar a outros o que houve com você. Isso somente vai aumentar a confusão. Terceiro, reze meditando sobre quem é você para Deus! Somos aquilo que Deus pensa de nós e ponto final. Quarto, aprenda com o que foi dito, mesmo se foi um absurdo! Sempre será uma chance de crescimento, humildade. Se você se fechar na dor da ofensa, perderá enorme chance de amadurecer. Quinto, esqueça esta história de se defender. O tempo e nossa vida são a resposta mais vigorosa que existe. Somente um cristão encontra forças para reagir assim.

O Combate espiritual, o que diz a Igreja?

O Combate espiritual, o que diz a Igreja?

Arquivado em: Orando com poder! — Padre Luizinho at 8:20 am on segunda-feira, março 23, 2009

   Caros internautas, neste tempo de Quaresma tomando posse dos exercícios espirituais, a oração, o jejum, a penitencia e a caridade, nos armamos da força de Deus. A Quaresma é um tempo de graça e salvação, neste combate espiritual, auxiliados pela Igreja tomamos posse da Palavra de São Paulo: Pois ele diz: “Eu te ouvi no tempo favorável e te ajudei no dia da salvação (Is 49,8). Agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação.(II Coríntios 6,2).

  

Recolhi no Catecismo da Igreja algumas orientações sábias sobre o Combate da Oração, pois a nossa mãe Igreja aprendeu a rezar com Jesus e o Espírito Santo, que é seu mestre de Vida de Oração. A oração sempre nos amima a vencer as batalhas de nossa vida.

 

 

N°572. Porque é que a oração é um combate?

   A oração é um dom da graça, mas pressupõe sempre uma resposta decidida da nossa parte, porque o que reza combate contra si mesmo, contra o ambiente e, sobretudo contra o Tentador, que faz tudo para retirá-lo da oração. O combate da oração é inseparável do progresso da vida espiritual. Reza-se como se vive, porque se vive como se reza.

N° 573. Quais as objeções à oração?

   Para lá das formas errôneas de conceber a oração, muitos pensam que não têm tempo para rezar ou então que seja inútil. Os que rezam podem desanimar perante as dificuldades e os insucessos aparentes. Para vencer estes obstáculos são necessárias a humildade, a confiança e a perseverança.

N° 574. Quais as dificuldades da oração?

   A distração é a dificuldade habitual da nossa oração. Ela afasta da atenção a Deus e pode também revelar aquilo a que estamos apegados. O nosso coração deve então regressar humildemente ao Senhor. A oração é muitas vezes insidiada pela aridez, cuja superação, na fé, permite aderir ao Senhor, mesmo sem uma consolação sensível. A acedia é uma forma de preguiça espiritual devida ao relaxamento da vigilância e à negligência na guarda do coração.

N° 575. Como fortalecer a nossa confiança filial?

   A confiança filial é posta à prova quando pensamos que não somos atendidos. Devemos interrogar-nos, então, se Deus é para nós um Pai do qual procuramos cumprir a vontade, ou não será antes um simples meio para obter o que queremos. Se a nossa oração se une à de Jesus, sabemos que Ele nos concede muito mais do que este ou aquele dom: recebemos o Espírito Santo que transforma o nosso coração.

N° 576. É possível rezar a todo o momento?

   Orar é sempre possível porque o tempo do cristão é o tempo de Cristo ressuscitado, o qual «permanece conosco todos os dias» (Mt 28,20). Oração e vida cristã são por isso inseparáveis.

«É possível, mesmo no mercado ou durante um passeio sozinho, fazer oração freqüente e fervorosa. É possível mesmo sentado na vossa loja, a tratar de compras e vendas, ou até mesmo a cozinhar». (S. João Crisóstomo).

N° 577. O que é a oração da Hora de Jesus?

   É a chamada oração sacerdotal de Jesus na Última Ceia. Jesus, o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, dirige-a ao Pai quando chega a Hora da sua «passagem» para Ele, a Hora do seu sacrifício. (cf. João 17). Porque na oração fazemos sempre uma entrega de nossa vontade e Jesus é o maior modelo de entrega à Vontade de Deus. Por isso, não podemos baixar sa guardas da oração, porque o nosso inimigo não torme nem cochila. Deixemos em todo tempo a vela do nosso coração acessa, não desanime a vitória virá!

Clique e veja também: O que é a doença espiritual da Avareza?

Clique em comentários e diga como você combate na oração?

“Quem reza rege o mundo!!!”

Conte com as minhas orações.
Minha benção fraterna+

Padre Luizinho,
Missionário Canção Nova.

Desvendando a fascinante morte de Jesus

Desvendando a fascinante morte de Jesus 

'O Cristo de São João da Cruz', de Salvador Dalí
Foto: Divulgação
“A morte de Jesus, longe de ser trágica, é fascinante. Os pintores Salvador Dalí e Diego Velázquez souberam expressá-la porque o evangelista Mateus, em vez de acentuar o aspecto da dor, soube sublinhar as consequências daquela entrega incondicional, para transformar o drama em poema. 

Portanto, mais que despertar sentimentos de compaixão, temos de aproveitar os frutos dessa oferenda voluntária na árvore da cruz, que obteve o perdão e a justificação de toda a humanidade. Agora, já estamos em paz com Deus, graças a Jesus Cristo, que se entregou por nós.

Mateus, ao descrever o momento da morte de Jesus, viu o que era invisível aos olhos; não só os fatos que haviam acontecido naquele momento, mas seu significado. Uma coisa viu e sentiu: a divindade do Condenado e as consequências de Sua obra salvífica. Desvende alguns fatos da morte de Cristo:

  • Em vez de provocar trevas, Ele as fez desaparecer da terra inteira, inaugurando a nova criação;
  • Seu grito angustiante, perguntando a Deus o porquê de o Pai tê-lo abandonado, devia-se ao fato de que Ele [Cristo] não somente levava nossos pecados, mas também se identificava com eles e assumia suas consequências;
  • Rasgou-se o véu do Santuário para que pudéssemos ingressar na Presença Divina. Não é preciso purificar-se para entrar no Santuário de Deus. É sua Santa Presença quem nos purifica;
  • Sua cruz, sinal inequívoco do amor do Pai e de Jesus à humanidade, permanece imutável nos altos e baixos da vida;
  • A morte de Jesus não provoca morte; ao contrário; os mortos ressuscitam em virtude da Sua entrega total na mãos do Pai;
  • E o mais importante: esse relato não é um mero dado histórico de um fato acontecido nos subúrbios de Jerusalém, mas serve para que cada um de nós, personificados no centurião romano, possamos acreditar, de todo o coração, que Jesus é o Filho de Deus e proclamar com nossa vida que Ele é o único Salvador deste mundo capaz de nos libertar de qualquer sepulcro e nos ressuscitar para uma vida nova e plena.
'Cristo crucificado', de Diego Velázquez
Foto: Divulgação
Jesus é o único Salvador, e não há outro. Já faz mais de dois mil anos que realizou a salvação de todo o gênero humano, mas essa salvação permanecerá incompleta até o momento em que nos voltarmos a Ele pela fé e vivermos de com acordo com a nova vida que Ele conquistou por nós, quando Se revelou como verdadeiro Senhor que domina a morte.

A cruz de Jesus nos liberta das cruzes sem sentido ou estéreis, que são fruto do pecado. A cruz de Jesus não é para nos fazer morrer, mas, sim, para fazer morrer em nós aquilo que não nos deixa viver como filhos de Deus”.

Trecho retirado do livro 'A fascinante morte de Jesus', de José Padro Flores e Ângela Chineze.

Por que tanto estupro?


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Por que tanto estupro?

É hora de se perguntar por que cresce essa violência

O Brasil ficou horrorizado com o caso da menina de 9 anos em Pernambuco, estuprada muitas vezes por seu padrasto, um jovem de 23 anos. Ela ficou grávida de dois gêmeos, assassinados em seu ventre materno. Muitos até se perderam na discussão sobre a excomunhão dos que fizeram o aborto dos gêmeos da garota grávida, algo que está previsto no Código de Direito Canônico da Igreja (cânon 1398), desde a sua aprovação em 1983, e que não deveria ser surpresa para ninguém, uma vez que não é algo novo. O Arcebispo de Olinda e Recife apenas deu ciência dessa norma da Igreja aos católicos.

Mas não podemos esquecer esse crime horrível que é o estupro, essa violência diabólica contra uma menina ou mesmo contra uma moça ou mulher desprotegida. É hora de perguntar por que cresce essa violência; não só no Brasil, mas também na Europa.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que – “O estupro designa a penetração à força, com violência, na intimidade sexual de uma pessoa. Fere a justiça e a caridade. O estupro lesa profundamente o direito de cada um ao respeito, à liberdade, à integridade física e moral. Provoca um dano grave que pode marcar a vítima por toda a vida. É sempre um ato intrinsecamente mau. Mais grave ainda é o estupro cometido pelos pais (cf. incesto) ou educadores contra as crianças que lhes são confiadas” (CIC § 2356).

Conheci a palavra “estupro” já adulto, porque quando eu era criança, e mesmo jovem, nunca tinha ouvido falar dela; simplesmente porque os casos que existiam desse crime era raríssimo. Hoje, ao contrário, qualquer jovem e criança começam a saber do que se trata; por quê?

A resposta é muito simples: porque há um sexismo doentio que permeia a sociedade, levando as pessoas a buscar o prazer sexual a qualquer preço, mesmo que seja à custa do crime. Como cresce o número de assédios sexuais e de estupro! Por quê?

Sem a menor dúvida, porque estamos mergulhados até o nariz em uma perversa cultura, na qual o sexo é colocado simplesmente com um meio de prazer, independentemente de seu nobre sentido unitivo e procriador do casal, unido pelo sacramento do matrimônio.

Fora disso o sexo é perigoso, destruidor, causador de brigas, separações, gestações indesejadas, divórcios, estupros, doenças venéreas e outros males. Por isso a Igreja, “doutora em humanidade” (Paulo VI), repudia a vida sexual antes ou fora do matrimônio, e o tem como grave pecado.

“Guarda-te, meu filho, de toda a fornicação: fora de tua mulher, não te autorizes jamais um comércio criminoso” (Tobias 4,13).

“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).

“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Coríntios 6,18).

Essa cultura medonha, suja, indecente, baixa, asquerosa, lastreada na profanação do corpo humano, esquecendo-se de que este é templo sagrado do Espírito Santo (cf. 1Cor 12,27; 3, 16; 6, 15-20) é a causa de tantos males e também dos estupros.

Como pode a juventude se comportar dentro dos padrões morais, que recomendam a castidade e o respeito ao corpo, quando ela assiste o Presidente da República, em pleno Carnaval, na Marquês de Sapucaí, distribuindo cartelas de “camisinhas” aos foliões? Que mensagem um jovem faz em sua mente? É esta: “O sexo é livre; não precisa de compromisso com o outro; é apenas uma curtição; e agora pago pelas autoridades...”. A partir daí vale tudo; inclusive o estupro, para aqueles que não conseguem por bem o prazer que procuram.

Que comportamento pode ter um jovem que vê o Ministério da “Educação” colocar máquinas de distribuir camisinhas nas escolas públicas, vendo a sociedade se calar e sem coragem de denunciar esse atentado à educação?

Que controle sobre suas paixões pode ter um jovem que vê o seu professor de Ciências entrar na sala de aula com um kit sexual (pênis de borracha, camisinha, DIU, pílula abortiva do dia seguinte, etc.), para ensinar seus alunos a fazerem “sexo seguro”? Na verdade, esse sexo livre, ensinado nas escolas, é inseguro, porque é sujo, pecaminoso e perverso. Pois o sexo ensinado pela lei de Deus não é inseguro; é belo, gera os filhos, aproxima o casal.

Os adolescentes estão aprendendo, então, na escola, que o sexo é apenas um meio de prazer, prazer e prazer, independente de seu sentido e de suas consequências. Isso tudo vai desembocar nas milhares de meninas grávidas, estupradas, jovens doentes, etc.

Dá para entender por que tanto estupro, assédio sexual, etc.?

Quem semeia vento colhe tempestade.

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br 

Por que perdoar?



Terça, 17 de março de 2009
Por que perdoar?


Se pudéssemos dar um outro e novo nome para nossa religião, poderíamos chamá-la de perdão. Simplesmente porque perdoar é Amor que se oferece de graça; toda a nossa vida cristã, se não é pautada nessa verdade, esquece seu fundamento, torna-se construção insegura e, por isso, não aponta caminhos para o futuro. Quem deseja redirecionar sua vida cristã, deve começar com um perdão total. Experimente e conte-me assim que puder!

Amar dói


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Amar dói

Você pode fazer a sua história diferente

Amar dói. Se alguém disser que amar não dói precisa rever o conceito de amor. Mas, acredite: vale a pena amar; vale a pena arrancar um pedaço de nós para dar ao outro. O seu coração é maravilhoso, mesmo estando um pouco machucado, detonado, ele é lindo.

Abra a sua Bíblia agora no Evangelho de São Lucas, capítulo 19, versículos 1-10, você encontrará a leitura do encontro de Jesus com Zaqueu. Esse homem era cobrador de impostos; esta era uma profissão difícil. A riqueza desse homem vinha dos 'mensalões', do dinheiro do povo, ele 'passava a perna' em muita gente. Mas ele tinha um desejo muito grande de se encontrar com Jesus.

Mas o que tem a ver o Zaqueu comigo e com você? Você tem cara de cobrador de impostos? Pode até ser que não, mas você tem uma história, assim como ele. Aparentemente a vida dele não era bonita, mas aí é que entra o assunto do nosso artigo. Qual é a sua história? Você já teve vontade de fugir? De trocar de país?

A sua história, seja ela como tenha sido até aqui, é linda. Ela é rica! Assim como o Senhor entrou em Jericó para revolucionar a vida desse cobrador de impostos, Ele quer entrar na sua vida hoje para restaurar você. Quais são os problemas pelos quais você está passando? Quais sofrimentos você vive que o impedem de ver Jesus? Zaqueu não parou nos seus pecados, ele foi além. Qual é a multidão de coisas que você tem vivido que o proíbem de ver o Senhor?

A subida não é fácil, sair da multidão de coisas que nos impedem de vê-Lo também não o é. Mas Ele quer que você suba! Veja o Senhor que está passando. Encare os seus problemas, seja o que for que você tenha vivido até agora, não pare!

Para se encontrar com Jesus você precisa sair dos seus problemas. Não pare no limite, na dor, busque ver o Senhor nas situações da sua vida. É possível, sim, fazer escolhas diferentes. O que eu acho mais lindo em Deus é que Ele foi gente. Ele sofreu, foi humilhado, odiado... Jesus quis sofrer tudo isso para dizer para você que é possível dar um novo sentido à sua vida.

Deus existe e está cuidando de cada um de nós. Ele não o abandonou naquela dificuldade que você encontrou, Ele estava lá e ainda está aí do seu lado. É dos limitados e dos pobres a predileção de Deus. A sua história é uma história de salvação. Deus encontrou você um dia, deu-lhe vida e disse-lhe que você nasceu para dar certo.

Muitas respostas que nós damos hoje são consequências do passado. O que nós vivemos nos influencia no presente. Só que o que você faz com o seu passado pode ser mudado agora. Reinterpretar o seu passado pode ser feito agora. Em uma tragédia, você pode se desesperar ou descobrir onde estava Deus naquela situação. Você pode fazer a sua história diferente. Não pare nas situações da sua vida, vá além! Peça para o Senhor dar sentido e razão onde essas virtudes lhe faltaram um dia.

Diga: “Eu nasci para dar certo!” Você quer receber Jesus na sua casa? Então, acredite que o seu passado não determina você, ele apenas diz o que você é, mas não o que será. O seu presente quem decide é você.

Não pare no seu sofrimento, o seu futuro depende apenas de você! Hoje, se você escolher as respostas em Deus, tudo vai ser diferente. Descubra o Senhor nos pequenos detalhes da sua vida.

Adriano Gonçalves
adriano@geracaophn.com

II Congresso Latino-americano de Cura e Libertação

Noite de clamor no sábado 

Uma noite de clamor a Deus aconteceu neste sábado, dia 14, no 'Rincão do meu Senhor', durante o II Congresso latino-americano de Cura e Libertação na  sede da Comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista (SP). 

Em seguida, o pregador oficial do Congresso, Neil Velez, entoou “Dios es capaz”, que diz em sua letra: “Deus é capaz para fazer o que disse que faria”, ressaltando a fidelidade de Deus em cumprir Suas promessas.

 
TNB